quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Mensagens secretas na nota de 1 dólar



         O que muitas pessoas não sabem é que várias coisas que vemos no dia-a-dia contem mensagens secretas que entram no subconsciente de quem as vê podendo manipular pessoas ou até populações inteiras. Estas mensagens são chamadas de mensagens subliminares.
        Na nota de 1 dólar existem várias mensagens deste tipo, podendo ser coincidências ou não.
        Comecemos pelo personagem ao lado. Forever alone? Bem, na minha opinião é coincidência, pois Forever alone é uma criação recente e esta cédula foi criada em 1972! Mesmo que seja de propósito, o que isto quer dizer?
        Bem, agora vamos ao número 13. Na imagem abaixo, localizei 10 coisas de número13:


  1. Pirâmide de 13 bases
  2. Escritos romanos de 13 letras
  3. Escrito em latim com 13 letras
  4. 13 frutinhas
  5. 13 estrelas
  6. 13 folhas
7.  13 frutinhas na planta
8.   Escrito com 13 letras
9.  13 flechas
10.  Mais 13 frutinhas

        Parece que George Washington tinha um vício pelo número 13. Ou será que não? Os maçônicos adoram o número 13 e na nota de 1 dólar tem vários símbolos maçônicos .
        Na outra imagem abaixo localizei 2 mensagens:
1º.  Olho que tudo vê, olho de hórus ou o olho esquerdo do ante-cristo, pois quando ele cai na terra uma espada fere seu olho direito podendo apenas enxergar com o olho esquerdo.
2º.  O seguinte escrito: Novus Ordo Seclorum que traduzido do latim vira Nova Ordem Secular ou Nova Ordem Mundial.
        Estranho não? Pesquise na internet e fique sabendo das mensagens subliminares pois quando você as vê elas não te afetam. Espero que vocês tenham gostado. Até a próxima postagem!


     



                                                               








terça-feira, 13 de setembro de 2011

A farsa do 11 de setembro

          Em 11 de setembro de 2001, o mundo inteiro assistiu pela televisão, um alegado atentado terrorista envolvendo aviões comerciais com dezenas de pessoas a bordo. Os alvos eram o World Trade Center, considerado o centro financeiro dos Estados Unidos, o Pentágono, considerado o centro militar e a Casa Branca, residência oficial do presidente americano. 
Por vários anos estes eventos foram tratados como meros atentados terroristas planejados por Osama Bin Laden e seus seguidores que justificavam uma intervenção militar em países do Oriente Médio.
         Hoje, vários anos após estes eventos, novas informações provam que o a Al-qaeda e Bin Laden não estavam por trás dos ataques. Estas novas evidências apontam o próprio governo americano como autor destes atos terroristas. Citarei neste artigo algumas destas evidências que, logicamente, poderão ser comprovadas por que tiver interesse.
         Podemos começar citando fatos ocorridos antes dos ataques. Menos de 24 horas antes do atentado, as ações das empresas aéreas envolvidas no ataque tiveram uma alta 25 vezes maior que a média. Isso chamou a atenção da direção da Bolsa de Nova York que prometeu uma investigação a respeito que até hoje não saiu. Pouca gente ganhou dinheiro (e muito) nessas operações.
         No dia seguinte, o WTC e o Pentágono são atacados. Um outro avião, o vôo 93, caiu perto de Pittsburg, na Pensilvânia (EUA). Seu alvo era a Casa Branca. O curioso é que justamente no dia anterior, quase todos os aviões de caça, encarregados da defesa da cidade, foram enviados para outras regiões para treinamento de guerra. Para entendermos o que realmente aconteceu é necessário relembrar o horário em que os eventos aconteceram: 
  • 8h48 - O vôo American Airlines 11 atingiu a Torre Norte do WTC. 
  • 9h03 - O vôo United Airlines 175 atingiu a Torre Sul. 
  • 9h38 - O vôo American Airlines 77 atingiu o Pentágono. 
  • 9h59 - A Torre Sul do WTC entrou em colapso; a Torre Norte caiu às 10h28. 
  • 10h00 - O vôo United Airlines 93 caiu na Pensilvânia. 

            A Administração Federal de Aviação suspendeu todo o tráfego aéreo nos Estados Unidos e desviou os vôos internacionais para o Canadá. Os escritórios federais e edifícios públicos em Washington, Nova York e outras cidades importantes foram fechados. 
16h10 - O edifício 7 do World Trade Center entrou em colapso. 
20h30 - O presidente Bush discursou para a nação: "Os ataques terroristas podem abalar as fundações dos nossos maiores edifícios, mas não podem tocar nas fundações dos Estados Unidos." 
As autoridades afirmam que 2.829 pessoas morreram no World Trade Center, incluindo os passageiros dos aviões dos vôos AA 11 e UA 175 e 453 funcionários de segurança pública que atenderam à emergência. Os mortos vieram de mais de 90 países de todo o mundo. Um fato interessante é que os funcionários de origem judia, que trabalhavam no prédio (e eram muitos) tiraram folga na semana dos ataques, ou simplesmente faltaram ao trabalho naquele dia. No Pentágono em Washington DC, 189 pessoas teriam morrido, incluindo as 64 pessoas a bordo do vôo American Airlines 77. No vôo United Airlines 93 que teria caido no oeste da Pensilvânia, seriam 44 vitimas. 
         Nos dias seguintes os americanos se mostraram fragilizados e traumatizados com os eventos. Se mostraram como vitimas de um atentado terrorista patrocinado pelo milionário saudita Osama Bin Laden. Estes fatos justificavam uma guerra total contra o terrorismo que resultou em milhares de mortes no Afeganistão e no Iraque. 
         A polêmica sobre uma possível fraude nos atentados surgiu em meados de 2002 quando um site francês questionou o fato de que não existiam provas de um avião no pentágono. Um resumo das evidências descobertas transformou-se em um filme que pode ser encontrado no seguinte endereço:  http://www.pentagonstrike.co.uk/pentagon_bp.htm.
         No vídeo, além da ausência de destroços do avião, nota-se a existência de janelas intactas a poucos metros do local de impacto, a perfeição do gramado onde o avião teria passado, o buraco produzido pelo impacto que é muito menor que um boeing 757. A possibilidade levantada pelo grupo francês, e posteriormente por outros pesquisadores, era de que na verdade um míssil de cruzeiro atingiu o Pentágono. Embora existissem muitas evidências contestando o ataque ao Pentágono, não haviam questionamentos aos ataques às Torres Gêmeas, pois milhares de pessoas testemunharam os fatos que foram gravados em vídeo. 
         No entanto, em 2005, surgiram várias evidências que provam que os ataques ao World Trade Center também poderiam ter sido forjados. Podemos citar algumas contradições do Governo Americano em relação aos terroristas culpados pelos ataques. 
         Estes alegados terroristas teriam embarcado em vôos saindo de Portland, Whashington e Boston. Um dos terroristas, Mohammed Atta e Abdulaziz Alomar, teriam embarcado em Portland (segundo a versão oficial) com destino à Boston. Ele teria sido filmado pelas câmeras do aeroporto. O vídeo é de péssima qualidade e ficava distante do local do embarque, o que gera dúvidas com relação à esta identificação. Apesar disto, pode-se ver duas pessoas vestindo trajes esporte. Michael Tuohey trabalhava no guichê e afirma ter visto dois homens árabes que usavam paletó e gravata. 
          
          As contradições não param aí.... Segundo o FBI, Atta teria alugado um Mitsubishi Sedan que foi encontrado no aeroporto de Boston com alguns papéis referentes à lições de vôo em árabe. O fato é que Atta embarcou em Portland e não em Boston. O maior absurdo que o FBI divulgou é que nos destroços do WTC teria sido encontrado o passaporte de Satam Al Sugami, que seria um dos terroristas que estariam seqüestrando o segundo avião. Agora eu pergunto: Como o passaporte (feito de papel) poderia resistir à bola de fogo gerada pela explosão, resistir ao incêndio da Torre e ser encontrado posteriormente pela polícia? Devemos lembrar que a maior peça de mobília encontrada nos destroços das torres foi a metade de um teclado. 
Também é muito interessante a declaração de George W. Bush sobre a primeira impressão que ele teve em relação aos ataques: ?Eu vi um avião atingir a torre - a TV estava obviamente ligada - e eu, acostumado a voar, falei 'Que piloto terrível. Deve ter sido um horrível acidente". Esta afirmação poderia passar desapercebida se não fosse o fato de que não havia até o final do dia uma filmagem do primeiro impacto. As emissoras de televisão chegaram ao local minutos depois do primeiro avião colidir contra a Torre Norte. Estas registraram o segundo impacto de vários pontos diferentes. 
         Analises recentes destas filmagens identificaram uma série de fatos estranhos nos dois choques. No primeiro choque, analisando-se quadro a quadro nota-se um flash luminoso no local onde o avião iria bater. Pouco depois do flash observa-se a sombra do avião sobre o WTC e logo após o impacto do avião. 
         No segundo impacto, existem ainda mais fatos estranhos. Este segundo avião seria, segundo as versões oficiais, um boeing 767, da United Airlines. No entanto, diversas testemunhas, entre elas, jornalistas, policiais, bombeiros e curiosos que estavam no local e viram o avião se aproximando são categóricos ao afirmar que o avião não se parecia com um boeing da United Airlines. Isso pode ser confirmado a partir de alguns vídeos tomados na ocasião. Neste segundo avião, além das cores diferentes, nota-se um logotipo não identificado um pouco a frente das asas. Na parte de baixo do avião observa-se uma estrutura alongada que não está presente em boeings 767. Alguns afirmam ser um míssil acoplado ao avião, ou um dispositivo semelhante aos observados em alguns aviões militares de grande porte. Neste impacto também observa-se um flash luminoso na torre no local onde o avião irá bater. Alguns pesquisadores acreditam que este flash seja um sistema de direção laser, muito utilizado em mísseis e outros dispositivos teleguiados. 
Com relação à queda das torres, existem muitas evidências atestando que elas foram, na verdade, implodidas. Segundo as versões oficiais do governo americano, o combustível dos aviões derreteu vigas de aço que sustentavam os edifícios. Com o derretimento estas vigas teriam cedido ocasionando a queda das torres. Um terceiro edifício teria sido abalado pelos destroços das torres e teria caído na tarde do mesmo dia. As novas evidências jogam por terra todas estas declarações. Vejamos o porque: O primeiro avião atingiu a torre norte em cheio. Todo o combustível do avião adentrou nas estruturas do edifício. Alguns minutos depois, outro boeing atingiu a torre sul. Só que este não atingiu a torre em cheio e sim na lateral, ocasionando uma grande explosão que consumiu a maior parte do combustível do jato. Esta segunda torre a ser atingida foi a primeira a cair. 
         Quando as torres desabaram haviam muitas pessoas nas proximidades. Muitas destas pessoas ouviram explosões seqüenciadas gerando suspeita da presença de bombas dentro dos prédios. A análise dos vídeos tomados na ocasião gerou novas evidências. Durante o desabamento das duas torres observa-se jatos de pós saindo de pontos simétricos dos prédios, em intervalos regulares, exatamente como o que ocorre em demolições controladas de edifícios. Mas como alguém conseguiria instalar bombas dentro dos prédios? 
         Ben Fountain, era analista financeiro e trabalhava em uma das torres do WTC. Ele deu uma entrevista à revista People dizendo que semanas antes do 11 de setembro aconteceram movimentações estranhas no WTC. O WTC 7, que também desabou em 11 de setembro, foi evacuado por questões de segurança na mesma época destas movimentações. A entrevista ainda está disponível na Internet no endereço da revista:  http://web.archive.org/web/20010914230312/people.aol.com/people/special/0,11859,174592-5,00.html 
         Um outro funcionário, Scott Forbes, que trabalhava para a Fiduciary Trust na Torre Sul, declarou em uma entrevista à Wing TV que sua companhia recebeu um aviso, de 3 semanas de antecedência, de que a Companhia Elétrica de Nova Iorque iria desligar as luzes a partir do andar 48. A razão alegada é de que a companhia elétrica iria fazer um melhoramento de energia para aumentar a capacidade do WTC de números de computadores. Forbes disse, que nunca haviam cortado o fornecimento de luz antes dessa ocasião. Como desligaram as luzes, as câmeras de vídeo de segurança ficaram sem funcionar assim como os sistemas de identificação e os elevadores para andares acima de 48. Havia muitos engenheiros entrando e saindo do World Trade Center que tinha acesso livre ao prédio em função do sistema de segurança ter sido desligado. Nessa mesma época houve um relaxamento na segurança do complexo. Cães farejadores de bombas foram dispensados e maioria da equipe de segurança estava ausente durante as semanas anteriores ao atentado e assim permaneceram até a fatídica data. A pessoa que teria autorizado este relaxamento na segurança seria ninguém mais ninguém menos que Marvin Bush, irmão do presidente americano. Por coincidência Marvin era diretor da HCC Insurance Holdings, empresa de seguros do World Trade Center. 
         Fatos como este são apenas a ponta de um gigantesco Iceberg. Existem muitos outros fatos evidenciando uma farsa gigantesca por trás deste evento que justificou uma guerra e milhares de mortes de inocentes. Fatos como estes devem ser divulgados para que no futuro nossas opiniões sejam manipuladas por novas farsas como ocorreu com os eventos de 11 de setembro.

sábado, 20 de agosto de 2011



Mais imagens engraçadas














quinta-feira, 18 de agosto de 2011


A triste história de Hachiko

Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono, Hidesaburō Ueno, um professor do departamento de agricultura da Universidade de Tóquio. O professor Ueno, que sempre foi um amante de cães, nomeou-o Hachi (Hachikō é o diminutivo de Hachi) e o encheu de amor e carinho. Hachikō acompanhava Ueno desde a porta de casa até a não distante estação de trens de Shibuya, retornando para encontrá-lo ao final do dia. A visão dos dois, que chegavam na estação de manhã e voltavam para casa juntos na noite, impressionava profundamente todos os transeuntes. A rotina continuou até maio do ano seguinte, quando numa tarde o professor não retornou em seu usual trem, como de costume. A vida feliz de Hachikō como o animal de estimação do professor Ueno foi interrompida apenas um ano e quatro meses depois. Ueno sofrera um AVC na universidade naquele dia, nunca mais retornando à estação onde sempre o esperara Hachikō.

Em 1924 Hachikō foi trazido a Tóquio pelo seu dono,

Em 21 de Maio de 1925, o professor Ueno sofreu um derrame súbito durante uma reunião do corpo docente e morreu. A história diz que na noite do velório, Hachikō, que estava no jardim, quebrou as portas de vidro da casa e fez o seu caminho para a sala onde o corpo foi colocado, e passou a noite deitado ao lado de seu mestre, recusando-se a ceder. Outro relato diz como, quando chegou a hora de colocar vários objetos particularmente amados pelo falecido no caixão com o corpo, Hachikō pulou dentro do caixão e tentou resistir a todas as tentativas de removê-lo.

Depois que seu dono morreu, Hachikō foi enviado para viver com parentes do professor Ueno, que morava em Asakusa, no leste de Tóquio. Mas ele fugiu várias vezes e voltou para a casa em Shibuya, e quando um ano se passou e ele ainda não tinha se acostumado à sua nova casa, ele foi dado ao ex-jardineiro do Professor Ueno, que conhecia Hachi desde que ele era um filhote. Mas Hachikō fugiu daquela casa várias vezes também. Ao perceber que seu antigo mestre já não morava na casa em Shibuya, Hachikō ia todos os dias à estação de Shibuya, da mesma forma como ele sempre fazia, e esperou que ele voltasse para casa. Todo dia ele ia e procurava a figura do professor Ueno entre os passageiros, saindo somente quando as dores da fome o obrigavam. E ele fez isso dia após dia, ano após ano, em meio aos apressados passageiros. Hachikō esperava pelo retorno de seu dono e amigo.

A figura permanente do cão à espera de seu dono atraiu a atenção de alguns transeuntes. Muitos deles, frequentadores da estação de Shibuya, já haviam visto Hachikō e o professor Ueno indo e vindo diariamente no passado. Percebendo que o cão esperava em vão a volta de seu mestre, ficaram tocados e passaram então a trazer petiscos e comida para aliviar sua vigília.

Por 10 anos contínuos Hachikō aparecia ao final da tarde, precisamente no momento de desembarque do trem na estação, na esperança de reencontrar-se com seu dono.

Hachikō finalmente começou a ser percebido pelas pessoas na estação de Shibuya. Naquele mesmo ano, um dos fiéis alunos de Ueno viu o cachorro na estação e o seguiu até a residência dos Kobayashi, onde conheceu a história da vida de Hachikō. Coincidentemente o aluno era um pesquisador da raça Akita, e logo após seu encontro com Hachikō, publicou um censo de Akitas no Japão. Na época havia apenas 30 Akitas puro-sangue restantes no país, incluindo Hachikō da estação de Shibuya. O antigo aluno do Professor Ueno retornou frequentemente para visitar o cachorro e durante muitos anos publicou diversos artigos sobre a marcante lealdade de Hachikō.

Sua história foi enviada para o Asahi Shinbun, um dos principais jornais do país, que foi publicada em setembro de 1932. O escritor tinha interesse em Hachikō, e prontamente enviou fotografias e detalhes sobre ele para uma revista especializada em cães japoneses. Uma foto de Hachikō tinha também aparecido em uma enciclopédia sobre cães, publicada no exterior. No entanto, quando um grande jornal nacional assumiu a história de Hachikō, todo o povo japonês soube sobre ele e se tornou uma espécie de celebridade, uma sensação nacional. Sua devoção à memória de seu mestre impressionou o povo japonês e se tornou modelo de dedicação à memória da família. Pais e professores usavam Hachikō como exemplo para educar crianças.


Em 21 de Abril de 1934, uma estátua de bronze de Hachikō, esculpida pelo renomado escultor Tern Ando, foi erguida em frente ao portão de bilheteria da estação de Shibuya, com um poema gravado em um cartaz intitulado "Linhas para um cão leal". A cerimônia de inauguração foi uma grande ocasião, com a participação do neto do professor Ueno e uma multidão de pessoas. Pelo país afora a fama de Hachi se espalhou e a raça Akita cresceu. Hachi foi convidado várias vezes para aparecer como um convidado em mostras de cães, também miniaturas e cartões postais dele começaram a ser feitos.

Porém, mais tarde, a figura e lenda de Hachikō foi distorcida e usada como símbolo de lealdade ao Estado, aparecendo em propagandas que difundiam o fanatismo nacionalista que acabaram levando o país à Segunda Guerra Sino-Japonesa, no final da década de 1930 e também à Segunda Guerra mundial. Lamentavelmente, a primeira estátua foi removida e derretida para armamentos durante a Segunda Guerra Mundial, em abril de 1944. No entanto, em 1948 uma réplica foi feita por Takeshi Ando, filho do escultor original, e reintegrada no mesmo lugar da anterior, em uma cerimônia em 15 de agosto. Esta é a estátua que está ainda hoje na Estação de Shibuya e é um ponto de encontro extremamente famoso e popular.

Em 1987, um filme japonês chamado Hachikô monogatari foi lançado e contava a história do famoso cachorro e seu dono. Uma refilmagem americana foi feita em 2009, intitulada de Hachiko: A Dog's Story (Sempre ao seu lado, no Brasil), estrelada por Richard Gere, ajudou a popularizar a história do famoso cão no ocidente.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Enigmas


A travessia da ponte

É noite, um homem deseja ir da cidade X para a cidade Y e o único meio de travessia é uma ponte, e o tempo para atravessá-la é de 10 minutos. No meio da ponte há um guarda que passa 5 minutos dormindo e 5 acordado. Esse guarda, sempre que vê alguém atravessando a ponte, manda-o voltar, pois é proibida a travessia a noite. Como o homem faz para atravessar a ponte e chegar na cidade Y?


Obs: Para saber a resposta fique pressionando o botão esquerdo e passe depois do escrito "Resposta".

Resposta:Ele espera o guarda dormir, então começa a atravessar a ponte. Quando faltarem alguns segundos para o guarda acordar, ele dá meia volta e começa a andar em direção a sua cidade. O guarda vai pensar que ele estava indo para a cidade X e vai mandá-lo voltar. Assim ele consegue chegar na cidade Y!

O barco



No detalhe temos a escadinha do barco. Vemos nele que cada degrau tem uma distância de 10cm. A água já está atingindo o primeiro degrau, e a maré do mar está subindo 5cm por hora. A pergunta é: em quantas horas a água atingirá o quarto degrau (o mais alto)?

Resposta:
Em homenagem ao Pedro Vianna que me deu esta ideia e um dos meus melhores amigos. Acessem:http://pedrow-meublog.blogspot.com/